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Curiosidades do Lulu da Pomerânia                                      

O Lulu da Pomerânia, ou Spitz Alemão Anão, o menor membro da família Spitz, possui entre seus antepassados os resistentes cães de trenó. Descende dos cães primitivos domesticados pelos homens da caverna, por isso estão no Grupo 5 da Federação Cinológica  Internacional como “Tipos Primitivos”. Conservam até os dias de hoje muitas características herdadas dos lobos, como o focinho pontiagudo, as orelhas eretas e viradas bem para a frente da cabeça e a cauda comprida pousada sobre o dorso. Acredita-se que seu ancestral mais provável é o Spitz Alemão.

Não se sabe quando exatamente o Spitz Alemão começou a ser criado em tamanho pequeno e passou a ser chamado de “Pequeno” ou “Anão”, nem se sabe o lugar onde tudo começou; embora a Alemanha, mais especificamente a Pomerânia, seja o lugar mais provável.

A raça foi chamada de Lulu da Pomerânia pela primeira vez na Inglaterra. No entanto, os primeiros cães não eram como os “Pomeranos” de hoje, pois chegavam a pesar 13 kg e eram quase sempre brancos. Aliás, o Spitz Japonês se parece muito com os primeiros Pomeranos e, provavelmente, descende deles.

Embora o English Kennel Club tenha reconhecido o Lulu da Pomerânia em 1870, sua popularidade veio apenas quando a Rainha Vitória trouxe um “Pom” da Itália. No entanto, os Lulus da Rainha eram muito diferentes dos Poms de hoje, pois eram cães grandes e cinzas. Parece que mesmo nessa época os criadores teriam preferido espécimes menores e mais coloridos.

Em 1900 os Lulus da Pomerânia foram reconhecidos pelo AKC (American Kennel Club), surgindo tanto na Inglaterra como na América em uma variedade de cores.

O Lulu da Pomerânia continuou a diminuir de tamanho. Ao mesmo tempo, a ênfase no pelagem levou a sua insuperável aparência de “bolinha fofa”. Essa miniatura de cão de trenó sempre atraiu admiradores, tornando-o muito popular em exposições e como cão de estimação.