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Ficha Técnica

Lulu da Pomerânia

 

Família: Spitz, Norte, cão de companhia

Grupo 5 do FCI: Spitz e tipos Primitivos.

Seção 4: Spitz Europeus.

Área de origem: Alemanha

Função Original: companhia

Tamanho médio do macho: Altura: 20-27cm; Peso: 1-3 kg

Tamanho médio da fêmea: Altura: 20-27cm; Peso: 1-3 kg

Outros nomes: Spitz Alemão Anão / Pequeno

Posição no ranking de inteligência: 23ª posição

Spitz Alemão Anão

Temperamento do Lulu da Pomerânia

O Lulu da Pomerânia é saltitante, corajoso e ativo, quase não pára quieto. É curioso, alegre, confiante e atencioso. O Lulu está sempre pronto para caçar e se aventurar.

O Lulu da Pomerânia costuma se distanciar de estranhos. Como vive para idolatrar seu dono, os estranhos são apenas “estranhos” e nada mais para ele. Costuma ser dócil com os membros da família, mas pode se tornar possessivo com algumas pessoas e objetos.

Inteligente, o Lulu aprende fácil o que lhe é ensinado. É importante estimular sua mente com brinquedos e brincadeiras interessantes. Um exemplo de uma boa brincadeira seria esconder um objeto para que o procure.

Embora o Lulu seja dócil com os membros da família, deve-se tomar cuidado em relação a estranhos e outros cães. Como o Spitz Alemão tem um instinto protetor muito forte, sempre tenta proteger seus donos de outros cães e estranhos, mesmo que não apresentem nenhuma ameaça. Por isso, é importante socializá-lo desde cedo.

Quando ainda for filhote, é importante chamar pessoas para sua casa, assim se acostuma à presença de estranhos. Mais tarde quando puder passear e estiver completamente vacinado, o Lulu pode ser levado a parques para cachorros para interagir com outros cães, crianças e adultos, acostumando-o desde cedo com as pessoas e os outros cães.

 

Cuidados com o

Lulu da Pomerânia

 

 

O Lulu da Pomerânia é ativo, porém pequeno com ossatura muito frágil. Precisa de exercícios, mas se satisfaz com brincadeiras dentro de casa, ou passeios curtos.

A raça precisa ser criada dentro de casa por causa de seu tamanho reduzido e fragilidade.

É muito ligado à família e sofre com a separação de seu dono.

Seu pelo duplo serve como isolante térmico, tanto o agasalha no inverno, como mantém seu corpo mais fresco no verão. Precisa ser escovado uma vez por semana para não danificar o subpelo, essencial na manutenção do isolamento térmico. Pode ser escovado mais vezes durante a troca de pelos, que acontece duas vezes ao ano.

Recomenda-se a tosa higiênica para aparar os pelos das patas e as regiões íntimas, mas não se aconselha a tosa completa do tipo "Boo", pois pode acabar com o subpelo, fazendo com que o cãozinho perca sua pelagem exuberante. Em alguns casos pode até desencadear a Alopecia-X. A tosa do tipo feito no cãozinho "Boo" não é aceita dentro do padrão da raça, embora esteja na moda.

É importante educar o Lulu desde cedo para não latir por qualquer motivo. A raça pode latir muito e incomodar os vizinhos, ou até mesmo as pessoas da família.

Spitz Alemão Anão

Principais Preocupações

Maior preocupação: luxação da patela

Menor preocupação: fontanela aberta, hipoglicemia, luxação do ombro, Atrofia Progressiva da Retina, Entrópio

Ocasionalmente visto: colapso traqueal, PDA (Persistência de Ducto Arterioso)

Exames Sugeridos: joelhos, olhos, cardíacos

Expectativa de vida: 12-16 anos

 

 

Spitz Alemão Anão

Curiosidades do

Lulu da Pomerânia                      

 

 

O Lulu da Pomerânia, ou Spitz Alemão Anão, o menor membro da família Spitz, possui entre seus antepassados os resistentes cães de trenó. Descende dos cães primitivos domesticados pelos homens da caverna, por isso estão no Grupo 5 da Federação Cinológica  Internacional como “Tipos Primitivos”. Conservam até os dias de hoje muitas características herdadas dos lobos, como o focinho pontiagudo, as orelhas eretas e viradas bem para a frente da cabeça e a cauda comprida pousada sobre o dorso. Acredita-se que seu ancestral mais provável é o Spitz Alemão.

Não se sabe quando exatamente o Spitz Alemão começou a ser criado em tamanho pequeno e passou a ser chamado de “Pequeno” ou “Anão”, nem se sabe o lugar onde tudo começou; embora a Alemanha, mais especificamente a Pomerânia, seja o lugar mais provável.

A raça foi chamada de Lulu da Pomerânia pela primeira vez na Inglaterra. No entanto, os primeiros cães não eram como os “Pomeranos” de hoje, pois chegavam a pesar 13 kg e eram quase sempre brancos. Aliás, o Spitz Japonês se parece muito com os primeiros Pomeranos e, provavelmente, descende deles.

Embora o English Kennel Club tenha reconhecido o Lulu da Pomerânia em 1870, sua popularidade veio apenas quando a Rainha Vitória trouxe um “Pom” da Itália. No entanto, os Lulus da Rainha eram muito diferentes dos Poms de hoje, pois eram cães grandes e cinzas. Parece que mesmo nessa época os criadores teriam preferido espécimes menores e mais coloridos.

Em 1900 os Lulus da Pomerânia foram reconhecidos pelo AKC (American Kennel Club), surgindo tanto na Inglaterra como na América em uma variedade de cores.

O Lulu da Pomerânia continuou a diminuir de tamanho. Ao mesmo tempo, a ênfase no pelagem levou a sua insuperável aparência de “bolinha fofa”. Essa miniatura de cão de trenó sempre atraiu admiradores, tornando-o muito popular em exposições e como cão de estimação.